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As cinco linguagens de valorização pessoal

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O conceito das cinco linguagens de valorização pessoal

O que mais faz você se sentir valorizado e amado?

No mundo existem muitas línguas diferentes, o que dificulta a comunicação. Além disso, mesmo quando estamos falando a mesma língua, muitas vezes, não conseguimos compreender corretamente o que o outro quer nos dizer.

Em seus muitos anos de pesquisas e aconselhamento de casais, Gary Chapman, conceituado Antropólogo americano, Doutor em Filosofia e Psicoterapeuta Familiar, percebeu que o mesmo acontece quando tentamos expressar o nosso amor. Ou seja, podemos amar sinceramente e ainda assim não somos capazes de comunicar o nosso amor de forma que o outro se sinta amado. É como se tentássemos expressar o nosso amor em japonês para uma pessoa que só se sente amada em inglês!

Em seus muitos anos de pesquisas e aconselhamento de casais, Gary Chapman, conceituado Antropólogo americano, Doutor em Filosofia e Psicoterapeuta Familiar, percebeu que o mesmo acontece quando tentamos expressar o nosso amor. Ou seja, podemos amar sinceramente e ainda assim não somos capazes de comunicar o nosso amor de forma que o outro se sinta amado. É como se tentássemos expressar o nosso amor em japonês para uma pessoa que só se sente amada em inglês!

Portanto, ser sincero e ter boa vontade para valorizar as pessoas muitas vezes não é o suficiente. Segundo os estudos de Gary Chapman, se quisermos comunicar o nosso sentimento de amor de forma efetiva, devemos buscar descobrir qual a principal linguagem de valorização de quem se relaciona conosco, pois temos a tendência de expressar o nosso amor da maneira como NÓS nos sentimos mais valorizados e não da forma como os outros se sentem.

Exemplo:

Alex Baker é diretor do departamento de logística de uma fábrica de cosméticos em Saint Paul, Minnesota e lidera uma equipe da qual Mark Clean faz parte. As últimas semanas têm sido difíceis para os dois, pois os ruídos na comunicação e os desentendimentos foram frequentes. Acontece que Mark não se sente valorizado por Alex, achando que ele não lhe dá a devida atenção (tempo de qualidade). Há dois meses que Mark pediu uma reunião de feedback sobre o seu trabalho e não obteve este momento. Além disso, ele acha Alex muito fechado e muito pouco acessível (na cabeça dele…). Por outro lado, Alex está impaciente e um pouco descontente com Mark. A empresa está passando por uma crise que vem se prolongando e ele está sendo pressionado insistentemente pela presidência. Sua agenda nunca esteve tão apertada e ele acha que agora não é o momento de perder tempo… e sim de manter o foco nos objetivos, prazos e resultados. Alex acha Mark talentoso e o elogia com frequência (palavras de afirmação), mas, ao mesmo tempo, acredita que ele deveria ter mais autoconfiança e independência, pois fica lhe perguntando muita coisa e fazendo contatos desnecessários. Na última reunião da equipe, Mark chegou a externar que a “empresa” não está reconhecendo o esforço de seus colaboradores, inclusive o dele. Apesar de preferir não estender o assunto naquele momento, Alex não conseguiu esconder do grupo a sua frustração e discordância. Para ele, Mark está sendo ingrato por não levar em conta os seus frequentes elogios, pois essa é a forma que ele sempre adotou para motivar a sua equipe e sempre deu certo, até o momento. 

Estudos comprovam que sentir-se amado é a principal necessidade do ser humano.

Alguma coisa em nossa natureza clama por ser amado e o isolamento é devastador para a psique humana. Gary Chapman, em sua consagrada obra que já vendeu mais 8 milhões de exemplares intitulada As cinco linguagens do amor, defende que existem 5 linguagens pelas quais expressamos e recebemos o sentimento de amor e valorização que são:

Palavras de afirmação

Algumas pessoas se sentem mais reconhecidas e valorizadas quando recebem palavras que emitam mensagens de reforço positivo, encorajamento ou motivação.

É importante salientar que as palavras em si correspondem apenas ao conteúdo literal de uma mensagem. Segundo o clássico estudo do Professor e Psicólogo Albert Mehrabian, o tom de voz, a expressão facial e corporal são canais muito poderosos que também compõe a mensagem. Algumas vezes nossas palavras dizem uma coisa, enquanto o tom de voz afirma outra completamente diferente. Podemos, portanto, enviar mensagens dúbias ou incongruentes e isso pode fazer toda a diferença. Desta forma, cabe ao bom comunicador alinhar o seu tom de voz e a sua linguagem corporal às palavras que ele verbaliza.

Tempo de qualidade

Para outras pessoas, a linguagem principal de valorização tem a ver com a atenção e o tempo que são dedicados a elas. Neste caso, o ato de estar próximo e de fazer junto possui um significado muito mais valioso.

Imagine um casal que chega ao supermercado para fazer compras. O marido, então, diz para sua esposa: “Tive uma excelente ideia! Vamos pegar dois carrinhos, dividir a lista de compras e, enquanto eu pego uma parte, você pega a outra. Dessa forma, ganharemos tempo!” A esposa logo fecha a cara e dispara: “Lá vem você querendo fazer tudo sozinho mais uma vez!” Para ela, aquele momento seria uma oportunidade para conversar e estar próximo, uma situação que não ocorre com frequência há muito tempo…

Tempo de qualidade tem a ver com passear juntos, escutar, dividir bons momentos e olhar “olho no olho”. Tem a ver com conceder a nossa total atenção à pessoa que queremos valorizar. Enquanto as palavras de afirmação focalizam o que queremos dizer, o ato de ceder o nosso tempo e atenção para o outro focaliza em nossa disposição para ouvir. Certas pessoas focam tanto nos seus objetivos e no trabalho que se esquecem de dedicar um tempo mínimo de convívio e atenção genuína aos seus familiares, amigos, colegas ou liderados. Aliás, em uma época de tantas cobranças em que temos que dividir o nosso tempo com tantas tecnologias em prol de nossa produtividade e crescimento profissional, nunca nos foi exigido tanta sabedoria para reconhecer o que realmente importa e dedicar o devido tempo a isto! Muitas vezes um simples diálogo acolhedor onde experiências, pensamentos, emoções e desejos possam realmente ser compartilhados e compreendidos é porta mais eficaz para a nossa verdadeira ascensão.

Presentes

Em suas inúmeras viagens conduzindo estudos antropológicos, Gary Chapman observou que em todas as culturas o ato de presentear faz parte do processo de reconhecer e valorizar as pessoas com as quais nos relacionamos. Na realidade, este processo vem sempre acompanhado do ato de conceder algo (tempo, elogios, carinhos…). Para algumas pessoas, faz diferença quando o que é cedido pode ser tocado, não importando, na grande maioria das situações, se é caro ou se é barato.

O que importa é o símbolo concreto, visual e palpável dessa ação. É como se funcionasse como uma prova dos sentimentos envolvidos. Além disso, enquanto existir o símbolo, os sentimentos poderão ser revividos e as memórias dos bons momentos poderão ser despertadas. Você muito provavelmente deve ter em sua casa um ou mais presentes que recebeu há tempos e que, se vê-los e tocá-los agora, com certeza despertará em você boas memórias.

Atos de serviço

Para certas pessoas, o ato de ajudar e de servir conta mais no processo de reconhecimento e valorização.

Se o seu parceiro ou colega tem essa linguagem como sua principal, então certamente existem tarefas que ele(a) irá gostar que você as faça. Do mesmo modo, se ele(a) estiver atarefado com alguma coisa e receber uma providencial ajuda sua, muito provavelmente suscitará o seguinte pensamento: “Nossa, como ele(a) se preocupa comigo e com o que eu tenho que fazer… Ele(a) realmente me valoriza!”. Portanto, para valorizar alguém com um ato de serviço, basta se preocupar mais com as coisas que ele faz ou tem que fazer e ajudá-lo com tarefas que você, muito provavelmente, sabe que ele gostaria que você fizesse.

Toque físico (apropriado)

Segundo Gary Chapman, inúmeras pesquisas na área de desenvolvimento infantil denotam o quão importante é o toque físico para a comunicação do amor.

O processo de valorização e a consequente construção da autoestima da criança. Estudos comprovam que os bebês que são tomados nos braços, beijados e abraçados desenvolvem uma vida emocional mais saudável do que os que são deixados durante um longo período de tempo sem contato físico. O toque físico é, portanto, quando apropriado, um poderoso veículo de comunicação para dizer o quanto você ama ou valoriza a pessoa ao seu lado.

Quais são as suas linguagens de valorização?

Para algumas pessoas as Palavras de Afirmação são o mais importante enquanto o Toque físico é totalmente irrelevante. Já para outras os Atos de Serviços são o mais importante enquanto os Presentes significam pouco em termos atenção.

Descubra quais são suas maiores Linguagens de Valorização

Para você o que é mais importante? E para as pessoas a sua volta? Como pais, conjugue, filhos, colegas de trabalho, irmãos, amigos, clientes ou fornecedores, funcionários ou empregadores, subordinados ou superiores, Etc? Para eles qual é a maneira mais eficiente de reconhecimento e valorização?

Conhecer tanto a sua “Linguagem de Valorização” quanto das pessoas próximas ao seu convívio frequente lhe dará condições de se expressar com mais facilidade e efetividade, reduzir conflitos e diminuir stress, estabelecer conexões mais profundas e satisfatórias, ter contatos mais duradouros e produtivos.

Portanto para conhecer sua Linguagem de Valorização preencha o formulário o abaixo para realizar um Assessment que lhe dará um extenso relatório contendo os seus percentuais e importantes “Dicas de Valorização” dicas de como se tratar ou se relacionar com pessoas com perfis diferentes.



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Prof. Paulo Morais

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Prof. Paulo Morais
  • Prof. Paulo Morais
  • Coach e Analista Comportamental (PM Coaching)
    Mentor em Qualidade de Vida e Bem Estar (ICS - Instituto Crê Ser)
    Consultor e Instrutor em TIC (PsM Gestão Tecnológica)
    Gestor em projetos de impacto social (F10 - Fundação 10 Envolver)

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